Empresários do setor têxtil e de confecções têm até o dia 31 deste mês para se adequarem as novas normas de etiquetagem
Para o presidente do Sindicato das Indústrias do Vestuário de Apucarana e Vale do Ivaí (Sivale), Jayme Leonel, a norma ABNT NBR ISO 3758.2006 fornece informações para prevenir danos irreversíveis para o artigo têxtil durante os processos de cuidados e especifica o uso destes símbolos em etiquetagem de cuidados. “Bem aplicada a norma é uma garantia para o setor porque confere legitimidade ao produto”, afirma.
De acordo com ele, a padronização insere o confeccionista no mundo globalizado, facilitando a comercialização dos seus produtos e atendendo a legislação vigente. “A utilização desse normativo é indispensável para comercialização, inclusive para o Mercado Comum do Sul (MERCOSUL)”, frisa. Leonel aconselha que para empreender um processo exportador, o empresário deverá se inteirar do conteúdo desse normativo (disponível no www.inmetro.gov.br).
No caso específico do boné, o normativo não tem nenhuma recomendação específica. “Não muda nada, apenas renova a importância da aplicação correta das etiquetas” ressalta. Nas etiquetas devem constar nome, razão social ou marca registrada do fabricante ou importador, indicação de tamanho, identificação fiscal, país de origem (por extenso), indicação do nome das fibras e sua porcentagem, cuidados para a conservação do produto. As letras deverão no mínimo ter 2 mm de altura.
